Escritora de livros infanto-juvenis
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Tarde de autógrafos em Sulz
May 19th
“Mozart in der Zukunft” – Estréio da versão alemã de “Mozart no futuro“
No dia 6 de maio a escritora brasileira Tânia Maria Rodrigues-Peters (que coincidentemente é a minha esposa) deu a sua primeira tarde de autógrafos em Sulz, Vorarlberg, Áustria.
O evento foi patrocinado pelo maior banco da região Raiffeisenbank. O convite foi publicado também na página de Internet da administração local.
Trás uma introdução do banco onde o gerente falou que o tradutor do livro da versão alemã (eu) é o filho da Tânia, muitas pessoas começaram a rir (porque sabiam que é verdade?). Pouco depois a Tânia subiu no palco (ela não dançou nem cantou, ainda bem) dando uma breve introdução sobre a vida dela e o livro.
Duas garotas interpretaram Mozart no violino e cello. A música criou um ambiente aconchegante no hall de entrada do banco Raiffeisenbank. Depois o senhor Peters (eu), Birgit (a mulher que vive na casa que está ilustrada no livro), Max (o vizinho que coincidentemente tem o mesmo nome que um dos protagonistas do livro) e Laura (que deveria chamar-se Mozart porque interpretou o papel de Mozart maravilhosamente) leram duas passagens do livro dando ao público um idéia sobre “Mozart in der Zukunft“.
O evento foi um sucesso total.
Concurso
May 16th
Tortinha de grapefruit
May 16th
Outro dia havia uma oferta de grapefruit no supermercado, sempre quando vejo ofertas compro uma grande quantidade, já que é uma boa maneira de economizar em tempo e dinheiro. Bem, mas desta vez acho que grapefruit nao foi uma boa idéia, quase nao há receitas com esta fruta, além disso ela em si nao agrada muito. Na lata de 250 gr de grapefruit vinham gomos da fruta em clada acucarada, como ninguém queria comer por ser um pouco azedo, resolivi fazer uma torta, o resultado foi ótimo, ficou deliciosa, apesar de todos colocarem um pouco de acúcar em cima, para o meu gosto estava perfeito.
Bolo de abobrinha
May 16th
Esta deliciosa receita é na verdade uma mistura de ingredientes que fui encontrando pela cozinha, adorei, mas claro, nem todas as criações são perfeitas e o senhor Peters, meu marido, me disse para próxima vez não colocar farinha de trigo. O que você acha? Que tal provar a receita do jeiro que fiz e depois seguindo o conselho do senhor Peters, faze-la sem farinha de trigo, me escreva depois.
Biscoitinhos italianos
May 16th
Estes biscoitinhos aprendi com uma conhecida italiana, sao deliciosos!!! Desmancha na boca!!!
Migas de pastor
May 16th
Este é um prato típico manchego, de uma regiao da Espanha, como o próprio nome diz, é um prato de pastores, fácil, barato e calórico, elaborado com pão velho, de preferencia de dois dias, se quebra o pao em pequenos pedaços. Em uma frigideira se frita gordura ou banha animal com pedaços de bacon, e alhos com casca, com pequenos cortes, depois de bem frito se retira os alhos, se acrescenta sal e o pão com um pouco de água, não pode ficar crocante nem muito mole. É muito fácil de fazer e nao se usa receita, mas para que outros aprendam, marquei a quantidade de cada ingrediente.
Na Espanha comíamos sempre quando íamos em festas com amigos no campo, entao se fazia em uma panela enorme no chão e cada um se servia da panela, acompanhado de um bom vinho navarro, vejo que feito em casa não tem o mesmo sabor que quando comíamos com os amigos em Navarra. Agur!!! (Até logo em euskera, língua do norte da Espanha)
Eu faço Migas de pastor da seguinte maneira:
Música, uma linguagem universal.
Mar 20th
A linguagem da música ocidental é universal e pode ser entendida mesmo por aqueles que nunca escutaram uma música na vida, segundo um estudo publicado nesta semana.
No estudo, nativos africanos que nunca haviam escutado rádio na vida foram capazes de reconhecer emoções como felicidade, tristeza ou medo expressadas em músicas ocidentais.
Segundo os pesquisadores, as expressões de emoção são uma característica típica da música ocidental, e a capacidade da música de expressar emoções é comumente vista como um requisito para a sua apreciação.
Em outras culturas, porém, a música seguiria outras características, como a capacidade de coordenação grupal em rituais, o que a tornaria menos reconhecível para outros indivíduos de fora do grupo.
“Nossas conclusões explicam por que a música ocidental tem tanto sucesso na distribuição musical global, mesmo em culturas musicais que não enfatizam de maneira tão forte o papel das emoções em sua música”, afirma um dos autores da pesquisa, Thomas Fritz, do Instituto Max-Planck para Cognição Humana e Ciências do Cérebro, da Alemanha.
Indivíduos isolados
O objetivo do estudo era descobrir se os aspectos de emoção da música ocidental poderiam ser apreciados por pessoas que nunca haviam tido contato com esse tipo de música.
Os pesquisadores escolheram membros da tribo Mafa, um grupo de 250 indivíduos que vivem isolados no extremo norte das montanhas Mandara, nos Camarões.
O estudo comparou a reação desses indivíduos e de ocidentais à música ocidental e mostrou que ambos os grupos podiam reconhecer de maneira semelhante expressões de emoção como felicidade, tristeza e medo na música.
Os dois grupos se baseavam em características semelhantes das músicas para avaliá-las – a marcação do tempo e a forma -, apesar de esse padrão ter sido mais acentuado entre os ocidentais.
Os pesquisadores também testaram a reação dos indivíduos a músicas alteradas e concluíram que ambos os grupos consideraram as versões originais melhores do que as versões modificadas.
Para os autores, isso ocorre provavelmente porque os sons alterados tinham uma maior dissonância sensorial.
“Tanto os ouvintes do grupo Mafa quanto os ocidentais mostraram uma habilidade para reconhecer as três expressões básicas de emoções das músicas ocidentais testadas no estudo”, dizem os pesquisadores na última edição da revista especializada Current Biology.
“Isso indica que essas expressões de emoção manifestadas pela música ocidental podem ser universalmente reconhecidas, de maneira semelhante ao reconhecimento amplamente universal das expressões faciais humanas e da prosódia (ritmo, entonação e ênfase do discurso) emocional”, concluem.

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